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ideias e dicas

ALGUMAS INFORMAÇÕES ÚTEIS, INSPIRAÇÕES E DICAS

Jardins Verticais

Virou moda! Sim, mas é porque é muito legal mesmo, além de ser uma ótima solução para quem não tem muito espaço, já que são adaptáveis ao ambiente e ao tamanho do espaço que você tem!

Ao trazer o verde para dentro de casa, você se aproximará mais da natureza e trará um frescor delicioso para o seu espaço, já que um dos principais pontos fortes do jardim vertical é um maior conforto térmico! Ele também gera uma consequente economia de energia, pois pode haver uma diminuição da sensação de necessidade de usar ventilador ou ar-condicionado.

Como você já deve imaginar, o jardim vertical depende de uma estrutura, um suporte, para ficar na vertical. Existem vários tipos de estruturas que podem ser utilizadas. Confira alguns exemplos abaixo:

BLOCOS PRÉ-MOLDADOS

São feitos com concreto fundido ou socado e devem ser instalados em muros impermeabilizados;

BLOCOS CERÂMICOS

Precisam ser impermeabilizados se você não quiser que ele fique esverdeado e com musgo por fora. Não precisam ser pintados e são instalados com uso de argamassa na parede;

TRELIÇAS

Normalmente feitas de madeira, também podem ser confeccionadas com outros materiais como bambu e PVC e são facilmente fixadas à parede, oferecendo uma superfície para os vasos serem presos;

ESTRUTURAS MODULARES DE PLÁSTICO

Podem ser compradas individualmente ou em kit, o que permite adaptar a espaços de tamanhos diversos;

SISTEMA MODULAR

Composto por nichos sequenciais com encaixe para vasos. Muitos deles já vêm com um sistema de irrigação próprio;

PAINÉIS DE FIBRA DE COCO

Costumam vir com vasos feitos do mesmo material, têm como vantagem o fato de reter naturalmente a umidade, o que diminui a necessidade de irrigação contínua;
Projeto de Eduarda Correa

PRATELEIRAS

Nelas é possível fazer um jardim vertical barato com plantas variadas em vasos comuns.
Além dessas sugestões, você pode usar sua criatividade para ter um lindo jardim vertical em casa. A gente selecionou mais alguns para vocês se inspirarem!

Que plantas usar?

Tão importante quanto escolher o estilo e o material do seu jardim vertical é fazer a escolha certa das plantas que vão nele! Para isso, você terá que observar onde ele vai ficar, qual a incidência de luz solar direta e indireta, e quanto trabalho você quer ter!

Se você não tiver muito tempo ou jeito para cuidar de plantas, opte por plantas de fácil manutenção e que não precisam ser irrigadas tão frequentemente! Aqui embaixo você vai encontrar uma seleção de plantas que ficarão lindas e que são fáceis de cuidar!

Para um lugar de sol pleno

Plantas de sol pleno gostam de sol mesmo e suportam horas de sol sem sofrer com isso! Plantas desse tipo de ambiente geralmente exigem no mínimo cerca de cinco horas diárias de luz direta.

Se colocarmos uma planta dessas em um lugar que ela não receba a luz do sol pelo período que precisa, possivelmente ela não se desenvolverá tão bem. Algumas nem vão florir sem o sol que necessitam.

ASPARGOS-PLUMA (Asparagus densiflorus)

Essa é a mais fácil! Basta deixá-la sob sol e não se preocupar com mais nada. Essa é uma planta que pega fácil, resiste ao sol e à chuva, não exige podas e precisa de pouca água.

ASPIDISTRA (Aspidistra elatior)

Resistente à seca, ao calor e ao frio, a Aspidistra é dessas muito difíceis de matar. Ela sobrevive com pouca luz e regas irregulares e ainda não é tóxica para cães, gatos, ou outros animais domésticos.

JADE (Crassula ovata)

A Jade parece uma miniárvore. É uma espécie de suculenta das mais fáceis de cultivar. Quando plantada em vasos, torna-se uma árvore em miniatura, formando um bonsai praticamente natural. Ela se dá bem em qualquer solo que não fique muito úmido e deve receber luz direta do sol pelo menos durante uma parte do dia e ser irrigada em intervalos esparsos e regulares.

TILANDSIA (Tillandsia pohliana)

O cultivo da Tilandsia é relativamente simples. São plantas que não exigem muitos cuidados, já que podem viver tanto em pleno sol como em ambientes internos. São chamadas de air plants. Não necessitam, sequer, de vasos para serem plantadas e podem ser fixadas em telas, paredes, grades e superfícies onde seja possível mantê-las sem o contato direto com qualquer tipo de solo.

LAMBARI ROXO (Tradescantia zebrina)

Cultivada em meia-sombra ou a pleno sol, em solo fértil, rico em matéria orgânica, drenado e mantido úmido, a Tradescantia zebrina é uma planta rústica e pode ser podada sem prejuízos a planta. Muito fácil de cuidar, ela adora solo úmido e fértil.

BARBA DE SERPENTE (Liriope muscari)

A barba de serpente tem uma folhagem impressionante, e quando está sendo cultivada em ambientes de sol pleno pode alcançar até meio metro de tamanho. Quando chega o verão, as flores que nascem são belíssimas!

COLAR DE PÉROLAS (Senecio rowleyanus)

Para aqueles que possuem pouco espaço para o jardim vertical, a planta Colar de Pérolas é uma excelente opção, já que a sol pleno, pode atingir até 15 centímetros. É uma espécie resistente e de visual bastante diferente.

FLOR CANHOTA (Scaevola aemula)

O nome “Scaevola” significa “canhoto” em latim e por isso é chamada assim popularmente. Quando cultivada em contato direto com o sol, as suas folhagens azuladas, lilases ou brancas podem crescer em até 50 centímetros! É ideal para um jardim vertical.

HERA INGLESA (Hedera canariensis)

A hera inglesa é uma daquelas plantas que possuem folhagens que se destacam quando estão em jardins, em meio a outras espécies. Podem crescer até 12 metros. Para jardins verticais, o indicado é que sejam cultivadas heras de porte anão.

RUSSÉLIA (Russelia equisetiformis)

Uma das mais queridinhas do paisagismo para jardim vertical em sol pleno é a Russélia. Ela possui uma coloração avermelhada, misturada com o amarelo e ganhando um aspecto coral. Costumam atrair beija-flores.

BRILHANTINA (Pilea microphylla)

A brilhantina é uma planta de textura peculiar, suas folhas são muito brilhantes, suculentas e pequeninas, de coloração verde-clara. Pode ser cultivada a sol pleno ou a meia-sombra.

CLOROFITO (Chlorophytum comosum)

O Clorofito é uma planta de fácil cultivo, e pouco exigente em manutenção. Adapta-se muito bem a interiores, tolerando inclusive o ar-condicionado e eventuais “esquecimentos”. Versáteis, podem ser cultivadas sob sol pleno ou meia-sombra.

LIRÍOPE (Liriope spicata)

São pequenos arbustos muito utilizados como forração. Sua inflorescência acontece do fim do verão e durante todo o outono e nascem tipo espiga, com pequenas flores de cor lilás ou brancas.

GRAMA-PRETA (Ophiopogon japonicus)

A grama-preta, ao contrário do que parece, não é uma gramínea e não suporta pisoteio.

Pode ser cultivada em meia-sombra ou a sol pleno, sempre em solos férteis e bem drenáveis.

TRAPOERABA-ROXA (Tradescantia pallida purpúrea)

A Trapoeraba-roxa é uma herbácea suculenta, nativa do México, perene, de crescimento rápido. Suas folhas de cor púrpura são recobertas por pelos pálidos que, com o incidir do sol forte, lhe dão um brilho especial. Ela tolera meia-sombra, mas para um bom desenvolvimento deve receber a luz do sol direta, a fim de que a cor das folhas fique acentuadas.

JIBOIA (Epipremnum pinnatum)

Costuma ser cultivada apoiada em suportes de xaxim, a pleno sol ou à meia-sombra. Dado seu crescimento impetuoso, se apoiada em palmeiras ou árvores, pode sufocá-las! Resistente e fácil de cuidar, a Jiboia consegue crescer até nas mãos dos cuidadores menos atenciosos. Basta lembrar-se de aguar duas vezes por semana.

Para um lugar de meia-sombra

Consideramos meia-sombra, o ambiente que recebe luz do sol apenas nas horas em que o sol está mais fraco; e indireta, nas horas em que o sol está mais forte.

Podemos ter como base que plantas de meia-sombra não devem tomar sol direto entre às 10 horas da manhã e 17 horas da tarde. Porém, isso depende muito do clima. Se for em um local de clima muito quente, talvez não seja recomendável deixar as plantas de meia-sombra expostas ao sol direto, nem mesmo antes das 10 horas da manhã e 17 horas!

AGLAONEMA (Aglaonema crispum)

Dizem que o mais difícil dessa planta é pronunciar seu nome! A Aglaonema é capaz de crescer na sombra e com pouca água. Só é preciso evitar ambientes extra-secos (ou seja, com muito ar-condicionado) e também manter longe dos animais, pois suas folhas são tóxicas!

SAMAMBAIAS

São muitas as variedades de Samambaias, mas todas têm uma coisa em comum: não podem ficar no sol, pois queimam! Na natureza, elas nascem em locais protegidos da luz solar direta. Aguentam períodos de seca e ar seco, mas o ideal é molhá-las, ao menos, uma vez por semana, pois preferem locais úmidos.

FILODENDRO (Philodendron cascata)

Bem adaptado a ambientes internos, é ideal para plantar em vasos ou cestas pendentes. Ao ser cultivado como trepadeira, é interessante oferecer-lhe um suporte fixo e poroso, para que possa subir e se fixar bem. O ideal são troncos naturais, rochas porosas e irregulares ou suportes revestidos de fibra de coco. Deve ser cultivado sob meia-sombra ou luz difusa e irrigada frequentemente. Não tolera ventos intensos ou geadas.

ASPLENIUM (Asplenium nidus L.)

Samambaia herbácea de folhas grandes e brilhantes, cultivada em vasos em locais sombreados ou em jardineiras suspensas. Deve ser cultivada sempre à sombra. Apresenta crescimento lento e não tolera o frio.

COLUMÉIA-PEIXINHO (Nematanthus wettsteinii)

Herbácea de folhas carnudas e brilhantes, apresenta floração em tons amarelos e vermelhos que lembram o peixe doirado, daí o nome. Cultivada em vasos, não é tolerante ao frio.

SINGÔNIO (Syngonium angustatum)

As folhas do Singônio têm nervuras brancas quando jovens e ficam completamente verdes depois de madura. Devido ao seu formato, é muito usado para decoração em vasos ou como forragem em jardins e arranjos. Ele deve ser cultivado à meia-sombra e regado com frequência para manter a terra úmida. Não é tolerante ao frio.

PEPERÔMIA (Peperômia scandens)

Essa planta ornamental, muito utilizada em jardins verticais internos, apresenta características semelhantes às da samambaia. A Peperômia não possui flores, mas se destaca pela beleza singular de suas folhas. O seu cultivo é fácil, tendo como maior ponto de atenção a rega diária. O sol direto pode queimar a planta, portanto o ideal é mantê-las em locais sombreados, mas que apresentem boa ventilação e luminosidade.

ANTÚRIO (Anthurium andraeanum)

O Antúrio é uma planta tradicional no paisagismo. Fez parte de uma moda antiga e teve seu brilho renovado recentemente. Utilizada há muito tempo em vasos para decorar interiores, hoje em dia pode compor maciços e bordaduras em jardins externos também. O melhoramento genético proporcionou diversas variedades, com portes diferentes e flores de coloração vermelha, rosa e branca.

Exigente quanto à umidade, deve ser plantada sempre à meia-sombra, em substratos ricos em matéria orgânica, como a fibra de coco misturada com terra vegetal, com regas frequentes e adubação adequada para florescer. Sempre que pode, se alimenta de minhocas, utilizando o "caule central".

BABOSA-DE-PAU (Philodendron martianum)

Típica do Brasil, a babosa de pau, chama muito a atenção dos interessados em paisagismos. Elas são muito amigáveis com ambientes de sombra, que recebem luz indireta do sol durante o dia, e possuem pouca resistência ao frio – como as espécies de plantas meia-sombra de clima tropical.

A textura da folhagem da Babosa-de-Pau é muito atrativa e peculiar, já que a aparência nos remete ao couro e pode equilibrar o conjunto de cores do seu jardim vertical. Elas são ótimas opções para quem deseja cultivar a natureza em ambientes interiores e requer um solo constantemente úmido.

FLOR-DE-MAIO (Schlumbergera truncata)

Outra planta característica do Brasil e também muito bem quista entre os amantes da natureza em espaços interiores. As suas flores costumam aparecer na temporada outonal, e mesmo que seja por um curto período de tempo, elas são muito chamativas pela cor colorada – conseguindo alcançar certo destaque entre todas as outras do jardim. Elas são pouco resistentes ao frio.

RABO-DE-GATO (Acalypha reptans)

O Aspargo Rabo–de-Gato é o nome popular mais conhecido da espécie Asparagus densiflorus, que pode chegar a medir até 60 centímetros de altura e, portanto, muito requisitada para o cultivo de jardins verticais. Elas costumam ser muito tolerantes às baixas temperaturas e se desenvolvem muito bem em ambientes com pouco sol.

A origem do Aspargo–Rabo-de-Gato é africana, sua aparência transmite delicadeza e transfere um certo ar rústico ao lugar em que está decorando.

BROMÉLIA (Guzmania sp)

A Guzmânia é uma bromélia perene (vive mais de um ano). Ela é epífita e possui de 20 a 30 cm de altura. Seu florescimento exuberante é o grande atrativo da planta, sendo muito apreciada no mundo todo. Sua floração ocorre principalmente no verão, mas pode aparecer em outras épocas do ano também.

CHIFRE-DE-VEADO (Platycerium bifurcatum)

A Chifre-de-Veado é uma das mais curiosas e fascinantes plantas da família das Samambaias. Nativa da Austrália e da Polinésia, ela cresce com suas raízes firmemente fixadas na casca das grandes árvores.

Em casa, ela pode ser cultivada em placas de xaxim, que devem ser dependuradas no alto das paredes para se conseguir melhor resultado. Além das frondes que lembram chifres, ela apresenta folhas modificadas, revestindo o raizame; quando secas, essas folhas ficam encantadoras.

DEDO-DE-MOÇA (Sedum morganianum)

Suculenta e pendente, o Rabo-de-Burro ou Dedo-de-Moça é uma planta interessante. Suas folhas carnosas cobrem completamente as hastes e têm coloração variada, de verde a amarelada, pontiagudas. Produz florezinhas de coloração rosa em forma de estrela. Fica muito bem em vasos altos ou suspensos, onde sua folhagem pendente é destacada, ou simplesmente em conjunto com outras suculentas e cactáceas. Podem ser cultivadas a pleno sol ou meia-sombra.

CHUVA-DE-OURO (Oncidium sp)

Belíssima, esta é uma orquídea que se destaca por ser de fácil cultivo. Sua floração é abundante com um efeito decorativo de muita delicadeza. As mais conhecidas são as de flores amarelas, mas existem também nas cores brancas, róseas, tigradas, marrons e alaranjadas. Adoram umidade, então em épocas de muito calor, convém aguar todos os dias.

FALENÓPSIS (Phalaenopsis x hybridus)

A Falenópsis é uma orquídea bem popular e com um preço bem acessível. Como todas as outras, não tolera luz direta e adora umidade. A sua floração ocorre na primavera e no verão.

FLOR-BATOM (Aeschynanthus radicans)

À primeira vista, olhando dá logo para perceber por que ela se chama Flor-Batom. Suas flores aparecem normalmente no verão, e a cor é vermelha, tal como a de um batom clássico. As flores tem formato cilíndrico, e por esta característica em específico, elas atraem muitos beija-flores.

DINHEIRO-EM-PENCA (Callisia repens)

A Callisia é uma planta rastejante, muito ramificada e compacta, tendendo a crescer mais em largura do que em altura. Sua atração principal são as folhas, e é adequada para áreas de sombra, peneirada com alguma umidade.

A crença popular diz que, quando a pessoa ganha um vaso desta planta de presente, ela vai ter muita sorte e dinheiro.

RIPSÁLIS (Rhipsalis bacífera)

Habitualmente observado em árvores antigas, inclusive nas grandes cidades, o Ripsális é um cacto diferente. Exige cuidados parecidos com os das outras plantas epífitas. Verdinho, ele é uma ótima folhagem para composições com orquídeas, bromélias e samambaias. Seu caule é composto de várias partes (artículos) que se ramificam. Produz frutinhos redondos no verão que atraem os passarinhos.

RENDA-PORTUGUESA (Davalia fejeensis)

A Renda-Portuguesa é da mesma família das Samambaias. Suas folhas (frondes) são muito interessantes: apresentam grande detalhamento nas suas subdivisões e recortes, tornando-a uma planta de textura muito particular e bela. As variedades mais conhecidas são a plumosa e a robusta. No inverno, as folhas da renda-portuguesa tornam-se amareladas e caem, e ela deve ser protegida.

VRIÉSIA (Vriesea sp)

As Vriésias são Bromélias epífitas ou terrestres, bastante rústicas e que vegetam bem sob a sombra moderada. Também são chamadas de Gravatá. As cores mais comuns das brácteas e flores são o amarelo, o laranja e o vermelho.

Originárias de florestas úmidas, não toleram o sol pleno, o frio e os ambientes muito secos. Sua floração é muito durável, podendo ser mantida em ambientes internos por longos períodos.

Devem ser cultivadas a meia-sombra, em vasos ou jardineiras com misturas apropriadas para epífitas, com materiais como casca e fibra de coco, pedras, areia, musgo, etc.

VÉU DE NOIVA (Gibasis pellucida)

Sua textura cheia e o pontilhado delicado das flores trazem um charme todo especial para varandas e salas de estar. Sua manutenção é facílima, exigindo apenas leves podas para renovação da folhagem quando necessário, boa irrigação e fertilizações orgânicas semestrais. Estes pequenos cuidados são suficientes para manter sua beleza. No jardim, além de compor magníficos jardins verticais, ela também se presta como forração, em canteiros semi-sombreados.

SUCULENTAS

Existem mais de 22 mil espécies de Suculentas catalogadas em todo o mundo. A principal característica que define uma planta como suculenta são suas folhas gordinhas. São elas que armazenam água e permitem que a planta sobreviva vários dias sem rega. Famosas por serem as mais fáceis de cuidar, as suculentas, de forma geral, exigem um ambiente com bastante luz natural. Mas é só. Quanto à água, elas não só precisam de pouca, mas também aguentam bem eventuais esquecimentos. Elas são tão legais que a gente reservou uma página inteirinha só pra falar delas!

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